Diz que vai embora, faz as malas, fecha a cara.
Diz que não sabe de nada, nada faz, de nada fala.
Diz que fica, pelo bem dos outros e guarda a saca.
Diz que não quer dizer, dizendo demais e então fica.
Diz que não quer saber e sabe tanto que me encanta.
segunda-feira, 30 de março de 2009
domingo, 29 de março de 2009
Já escrevi sobre as notas, já pensei na voz que enche o palco e quanto tempo não gastei falando das tintas, mas dessa vez é o que? Não é uma canção, não é um monólogo, não é uma tela, nem mesmo são palavras nunca lidas de uma saudade distante e sincera. É nada. Pode ser nada, mas parece que é tudo. Eu quero fingir que é algo; nem muito nada, nem muito tudo.
Passo, de tempos em tempos, o meu tempo me lamentando (dessa vez com os outros). Choro um pouco lá, um pouco cá sem derrubar uma lágrima -por orgulho. Todos os outros que sabem são desconhecidos. Não, não meus desconhecidos, mas evito a possibilidade de futriqueiros invadirem minha intimidade. Intimidade? Quem disse que é íntimo? Não é. Pelo menos não hoje em dia. É... comum. É mais um. Um para lá, um para cá.
Passo, de tempos em tempos, o meu tempo me lamentando (dessa vez com os outros). Choro um pouco lá, um pouco cá sem derrubar uma lágrima -por orgulho. Todos os outros que sabem são desconhecidos. Não, não meus desconhecidos, mas evito a possibilidade de futriqueiros invadirem minha intimidade. Intimidade? Quem disse que é íntimo? Não é. Pelo menos não hoje em dia. É... comum. É mais um. Um para lá, um para cá.
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